segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

tempo de ajudar



Todo mundo está acompanhando a situação
no Haiti. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha
estima que os terremotos podem ter afetado cerca
de três milhões de pessoas. Qualquer ajuda é
importante, não deixe de contribuir só por achar
que sua contribuição é pequena. Pra quem mora no Ceará,
a Cruz Vermelha Brasileira - Filial do Estado do Ceará
preparou uma campanha humanitária chamada
"Missão Haiti" e está recebendo doações.
Você pode contribuir com:
  • água;
  • gêneros alimentícios não-perecíveis;
  • materiais de primeiros socorros como: algodão, ataduras, esparadrapo, gaze, talas, soro fisiológico, luvas e máscaras descartáveis;
  • roupas e calçados;
  • material para o trabalho com as doações: fitas autoadesivas para empacotamento (transparentes), caixas de papelão e sacos plásticos.
As doações estão sendo feitas na sede da Cruz Vermelha:
Rua José Lourenço, 3280, Joaquim Távora
(por trás da Gerardo Bastos da Barão de Studart).
telefone: (85)34723535 / E-mail: cvbceara@cvbceara.org
Mais informações aqui.

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Pra quem pode ajudar com dinheiro, a embaixada
do Haiti no Brasil está recebendo doações através
da conta corrente abaixo. Os recursos serão recebidos
diretamente pela embaixada e administrados por ela,
segundo o Banco do Brasil. Podem ser feitos depósitos
ou transferências de qualquer banco e até mesmo de
fora do Brasil para a conta corrente.
Não existe valor mínimo ou máximo para as doações.

Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
Conta corrente: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71

Se você não pode ajudar fazendo doações, ajude divulgando, ok?

"Que a dor não nos seja indiferente."


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

descobrindo Henry Miller

Ultimamente eu estou lendo mais que escrevendo
e aqui e acolá leio umas coisas que tenho vontade
de pôr aqui. Essa é uma delas.
Só pra não deixar o blog esquecido.

"Todo dia massacramos nossos melhores impulsos.
E é por isso que sentimos uma dor no coração sempre
que lemos as linhas escritas pelas mãos de um mestre
e as reconhecemos como nossas, como os tenros brotos
que sufocamos porque nos faltava a fé em nossos próprios
poderes, em nossos critérios de verdade e beleza.
Todo homem, quando se aquieta, quando é
desesperadamente honesto consigo mesmo,
pode proferir verdades profundas.
Todos derivamos da mesma fonte.
Não há mistério quanto à origem das coisas.
Todos somos parte da criação, todos reis, todos poetas,
todos músicos; precisamos apenas nos abrir,
para descobrir o que já estava lá."

Henry Miller.

*texto extraído do livro "Sexus"
surrupiado das estantes da minha
querida irmã andarilha.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

simples.

é preciso ser feliz todos os dias.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

quando me faltam palavras

















- preste muita atenção, mamãe!


só me resta agradecer.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

.

"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas
usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer
os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos
lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."

Fernando Pessoa


terça-feira, 22 de setembro de 2009

tempo de fazer arte

Uma postagem curtinha só pra explicar
o porquê de tanto tempo sem ter tempo
pra escrever aqui. Tenho trabalhado em
um projeto muito legal com minha irmã,
que também é minha parceira nas artes.
Vale a pena conferir, clicando aqui e aqui.
Luz, paz & amor! Boa noite e até mais.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Na memória.

Quando eu tinha dez
ou doze anos li esse texto
em uma apresentação da escola, e
apesar da timidez e do nervosismo
ao ler em voz alta pra muita gente,
lembro de ter ficado bem impressionada,
pensando que a coisa fazia todo sentido.
Agora me deparei com ele por acaso,
num blog lindo de um amigo querido,
e não me furtei a dar um ctrlC/ctrlV.
Porque tem tudo a ver.
Grata, Rapha.




"O homem, bicho da terra tão pequeno

Chateia-se na terra
Lugar de muita miséria e pouca diversão,
Faz um foguete, uma cápsula, um módulo
Toca para a lua
Desce cauteloso na lua
Pisa na lua
Planta bandeirola na lua
Experimenta a lua
Coloniza a lua
Civiliza a lua
Humaniza a lua.

Lua humanizada: tão igual à terra.
O homem chateia-se na lua.
Vamos para marte — ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em marte
Pisa em marte
Experimenta
Coloniza
Civiliza
Humaniza marte com engenho e arte.

Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro — diz o engenho
Sofisticado e dócil.
Vamos a vênus.
O homem põe o pé em vênus,
Vê o visto — é isto?
Idem
Idem
Idem.

O homem funde a cuca se não for a júpiter
Proclamar justiça junto com injustiça
Repetir a fossa
Repetir o inquieto
Repetitório.

Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira terra-a-terra.
O homem chega ao sol ou dá uma volta
Só para tever?
Não-vê que ele inventa
Roupa insiderável de viver no sol.
Põe o pé e:
Mas que chato é o sol, falso touro
Espanhol domado.

Restam outros sistemas fora
Do solar a col-onizar.
Ao acabarem todos
Só resta ao homem
(estará equipado?)
A dificílima dangerosíssima viagem
De si a si mesmo:
Pôr o pé no chão
Do seu coração
Experimentar
Colonizar
Civilizar
Humanizar
O homem
Descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
A perene, insuspeitada alegria
De con-viver."

Carlos Drummond de Andrade

segunda-feira, 20 de julho de 2009

dançar para não dançar

Eu sou uma das poucas pessoas que conheço
que não tem um aparelho de mp3 ou algo
que o valha. Sou do tempo do walk-man, anos 80,
aquele do tamanho de um tijolo com fita cassete.
Estou acostumada a ouvir música dentro de casa,
e faz tanto tempo que não sei o que é sair por aí
com música nos ouvidos, que quando o marido
me empresta seu celular com mp3, eu faço ele passar
vergonha na sala de espera do consultório médico.
O coitado, resignado, me olhando como quem diz
''matuta, é até bom que não tenha mesmo um desses,
era capaz de perder o ônibus, ser atropelada, etc.''
Mas que é bom é. Isso ninguém pode questionar.
O mundo troando do lado de fora da sua cabeça,
e você ali, lá ra rá, imerso num momento único, só seu.
Você é o próprio oásis melodioso em meio ao caos
turbulento da cidade ao seu redor. Olha, eu não
consegui me controlar, e aconselho seriamente
você a fazer o mesmo, mesmo que seja na fila do banco,
a música sempre acalma a alma e o coração.
Não se importe se você parecer sem juízo,
dançando no silêncio, aos olhos de quem vê.
(Só não vale cantar em altos brados se você
não foi abençoado com uma voz afinada.)
Fora isso, deixe a vergonha para os outros,
quem diz que o bom é sempre ter juízo
nunca perdeu a cabeça.

Como já disse Rita Lee:

''dance, dance, dance
gaste um tempo comigo
não, não tenha juízo
dê-se ao luxo de estar sendo fútil agora
dance, dance, dance
faça como Isadora
que ficou na história
por dançar como bem quisesse...''

quinta-feira, 9 de julho de 2009

ok

Depois de muito falatório,
movida pela curiosidade,
eu resolvi me render ao twitter.
Mas alguém me explica pra que serve?
Porque mexi, remexi e não entendi nada.
Os twitters de plantão que me perdoem
mas ainda prefiro os blogs.
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(PS, 15 dias depois:
Que nada, o twitter é ótimo.

Todo mundo tem direito de mudar de idéia, né não?)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

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viver é tão simples
as pessoas só precisam de amor