ás vezes a vida pega a gente de surpresa.
terça-feira, 30 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
tempo de apagar as luzes, outra vez.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
para honrar os ancestrais
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
tempo de ajudar
no Haiti. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha
estima que os terremotos podem ter afetado cerca
de três milhões de pessoas. Qualquer ajuda é
importante, não deixe de contribuir só por achar
que sua contribuição é pequena. Pra quem mora no Ceará,
a Cruz Vermelha Brasileira - Filial do Estado do Ceará
preparou uma campanha humanitária chamada
"Missão Haiti" e está recebendo doações.
Você pode contribuir com:
- água;
- gêneros alimentícios não-perecíveis;
- materiais de primeiros socorros como: algodão, ataduras, esparadrapo, gaze, talas, soro fisiológico, luvas e máscaras descartáveis;
- roupas e calçados;
- material para o trabalho com as doações: fitas autoadesivas para empacotamento (transparentes), caixas de papelão e sacos plásticos.
Rua José Lourenço, 3280, Joaquim Távora
(por trás da Gerardo Bastos da Barão de Studart).
telefone: (85)34723535 / E-mail: cvbceara@cvbceara.org
Mais informações aqui.
.
Pra quem pode ajudar com dinheiro, a embaixada
do Haiti no Brasil está recebendo doações através
da conta corrente abaixo. Os recursos serão recebidos
diretamente pela embaixada e administrados por ela,
segundo o Banco do Brasil. Podem ser feitos depósitos
ou transferências de qualquer banco e até mesmo de
fora do Brasil para a conta corrente.
Não existe valor mínimo ou máximo para as doações.
Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
Conta corrente: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
Se você não pode ajudar fazendo doações, ajude divulgando, ok?
"Que a dor não nos seja indiferente."

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
descobrindo Henry Miller
Ultimamente eu estou lendo mais que escrevendo
e aqui e acolá leio umas coisas que tenho vontade
de pôr aqui. Essa é uma delas.
Só pra não deixar o blog esquecido.
"Todo dia massacramos nossos melhores impulsos.
E é por isso que sentimos uma dor no coração sempre
que lemos as linhas escritas pelas mãos de um mestre
e as reconhecemos como nossas, como os tenros brotos
que sufocamos porque nos faltava a fé em nossos próprios
poderes, em nossos critérios de verdade e beleza.
Todo homem, quando se aquieta, quando é
desesperadamente honesto consigo mesmo,
pode proferir verdades profundas.
Todos derivamos da mesma fonte.
Não há mistério quanto à origem das coisas.
Todos somos parte da criação, todos reis, todos poetas,
todos músicos; precisamos apenas nos abrir,
para descobrir o que já estava lá."
Henry Miller.
*texto extraído do livro "Sexus"
surrupiado das estantes da minha
querida irmã andarilha.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
.
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas
usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer
os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos
lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
Fernando Pessoa
terça-feira, 22 de setembro de 2009
tempo de fazer arte
Uma postagem curtinha só pra explicar
o porquê de tanto tempo sem ter tempo
pra escrever aqui. Tenho trabalhado em
um projeto muito legal com minha irmã,
que também é minha parceira nas artes.
Vale a pena conferir, clicando aqui e aqui.
Luz, paz & amor! Boa noite e até mais.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Na memória.
Quando eu tinha dez
ou doze anos li esse texto
em uma apresentação da escola, e
apesar da timidez e do nervosismo
ao ler em voz alta pra muita gente,
lembro de ter ficado bem impressionada,
pensando que a coisa fazia todo sentido.
Agora me deparei com ele por acaso,
num blog lindo de um amigo querido,
e não me furtei a dar um ctrlC/ctrlV.
Porque tem tudo a ver.
Grata, Rapha.
"O homem, bicho da terra tão pequeno
Chateia-se na terra
Lugar de muita miséria e pouca diversão,
Faz um foguete, uma cápsula, um módulo
Toca para a lua
Desce cauteloso na lua
Pisa na lua
Planta bandeirola na lua
Experimenta a lua
Coloniza a lua
Civiliza a lua
Humaniza a lua.
Lua humanizada: tão igual à terra.
O homem chateia-se na lua.
Vamos para marte — ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em marte
Pisa em marte
Experimenta
Coloniza
Civiliza
Humaniza marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro — diz o engenho
Sofisticado e dócil.
Vamos a vênus.
O homem põe o pé em vênus,
Vê o visto — é isto?
Idem
Idem
Idem.
O homem funde a cuca se não for a júpiter
Proclamar justiça junto com injustiça
Repetir a fossa
Repetir o inquieto
Repetitório.
Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira terra-a-terra.
O homem chega ao sol ou dá uma volta
Só para tever?
Não-vê que ele inventa
Roupa insiderável de viver no sol.
Põe o pé e:
Mas que chato é o sol, falso touro
Espanhol domado.
Restam outros sistemas fora
Do solar a col-onizar.
Ao acabarem todos
Só resta ao homem
(estará equipado?)
A dificílima dangerosíssima viagem
De si a si mesmo:
Pôr o pé no chão
Do seu coração
Experimentar
Colonizar
Civilizar
Humanizar
O homem
Descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
A perene, insuspeitada alegria
De con-viver."
Carlos Drummond de Andrade











